Diário![]() 18/04/2009 19h45
É A VIDA... FAZ PARTE!
Seis horas da manhã em pleno sábado, frio e sonolento. Acordo apressada, tenho consulta no Hospital da Mulher - espaço dedicado à saúde da mulher – um projeto do governo do Estado, em conjunto com a Fundação A.C. Camargo, na capital. Já havia feito os exames preliminares a esta consulta e hoje fora marcado o meu retorno para saber os resultados. - A pressão da senhora está muito alta – 17x11. Vamos ficar um pouco em completo repouso e depois medi-la novamente, antes de passar com o médico. Dissera-me a enfermeira, gentil e calma. - Dona Emilia, a pressão da sra., ainda não se estabilizou, é preocupante. Alertou-me o médico, desta vez, fitando-me com ar sério. - A sra, precisa fazer acompanhamento no Cardiologista, pois, além da hipertensão, o colesterol está alto e a glicemia também. Está com excesso de peso, isto é ruim. Vou dar-lhe um encaminhamento para a Cardiologia e a sra. deve marcar a consulta o mais rápido possível, não se deve brincar com isso. Saí dali cega, pensando nas palavras do médico. Há tempos não venho me sentindo bem, com um certo sufocamento, princepalmente à noite e havia comentado com meu marido que eu estava tendo uns sinais de que não estava bem. Mergulhada em meus pensamentos do que deveria (e não deveria) fazer, a partir de hoje, para reverter este quadro. Não me dei conta do tempo e nem da distância que separava o Hospital de minha casa. Distante, bem distante. Não senti cansaço, não tinha noção de nada mais e vim a pé, caminhando devagar, sem pressa, para melhor digerir o excesso de informação que havia sido jogado em minha cara. Então, tentei descobrir as razões – além do excesso de peso (visível) e do descaso com minha saúde, ultimamente. Mas, e hoje, qual seria o motivo de minha pressão ter se alterado tanto, em tão pouco espaço, sendo que havia tomado o meu remédio de manhã? Seria, por acaso, o telefonema recebido ontem á tarde, quando retornava para minha casa, que me abalara profundamente, mesmo sabendo que aquela decisão era a única viável para por fim a um caso angustiante e sem final? Talvez - quem sabe! Milla Pereira Publicado por Milla Pereira em 18/04/2009 às 19h45
15/08/2008 08h19
POR QUÊ SERÁ???
Esta noite foi uma passagem terrível. Tive que renunciar a algo que me dava muito prazer. A algo que todos almejam e poucos encontram. Ao tempero da vida, à razão da felicidade. Aos sonhos e esperanças de dias melhores, de alegrias, de ilusão. - Não dormi, a noite inteira! Tentei, de todas as maneiras. Não consegui. A dor doía! Doía tanto que parecia ser eterna! Antes, vim ao computador e, sem nem mesmo coordenar os meus pensamentos, escrevi um Poema. Deixei rolar solta a imaginação e depois fui ver o resultado. Ficou negro! Meio tétrico, amargo, mas sincero. - Fazer o quê, se de negrume cobriu-se a minha alma? Se meu coração chorava, doído? Paciência! Não escrevo “por encomenda” e sim por inspiração e prazer. Bem ou mal... É assim que é. É o que eu sinto! Mas, estamos em uma roda viva. Sai-se na chuva, para se molhar! E, ninguém está livre das críticas, interpretações errôneas, comentários maldosos...Não! Pelo contrário. Quem escreve e publica seus textos, fica vulnerável, exposto, frágil! E, manda o bom tom e o bom senso, que entendamos e aceitemos as diferentes idéias que se têm a nosso respeito. Liberdade de ambas as partes – a de escrever e a de criticar. Assim, vemo-nos em situações que, por vezes nos parecem difíceis, mas que, na verdade, são apenas momentos passageiros e banais. Não tem tanta importância assim! São Paulo, 15 de agosto de 2008. ( Publicado por Milla Pereira em 15/08/2008 às 08h19
![]() 20/06/2008 19h30
São Paulo: te amo ou te odeio!?
SÃO PAULO: TE AMO OU TE ODEIO!?
20 de Junho de 2008 – Sexta-feira – calma, me parecia. Havia prometido a mim mesma que hoje eu não iria botar pés na rua, “nem que a vaca tussa!” Meu planejamento: levantar-me, colocar as tarefas domésticas em dia, almoçar, por volta de 13:00 hs., como de costume e, à tarde seria totalmente reservada ao Recanto das Letras. Não tive outra alternativa, senão dizer sim. E, na verdade, eu nem queria qualquer outra opção, pois não se deixa um amigo assim, quando mais se precisa de você. Aí, foi uma correria daquelas. Publiquei rapidamente a matéria que estava programada para a tarde, preparei o almoço, tomei meu banho e me arrumei para sair, almocei – deixando o de meu marido, já pronto, no fogão, salada limpa na geladeira, passei a mão em mim e lá fui eu. O planejamento que havia feito em relação ao Recanto das Letras, às leituras – atrasadíssimas de meus amigos queridos – foi para o brejo. Paciência! Nada a fazer... Entrei naquele Hospital do Coração, uma referência mundial, um mundo à parte e, assim que cheguei, Zê – minha amiga, como a trato, carinhosamente – saiu, também correndo, como todo paulistano que se preze. Ficamos naquele quarto de Hospital eu, o pai dela e, na outra cama, um senhor de aproximadamente 75 anos, que havia colocado o marca-passo ontem. Fiquei ali, cuidando dos dois. E era um entra e sai de médicos e enfermeiros que os coitados não conseguiam tirar um cochilo, que tanto desejavam. Liguei a TV do quarto, para que assistissem ao jogo da Eurocopa – Turquia X Croácia – para que se divertissem um pouco. Acertei em cheio, pois já se assanharam, acabou o sono, pediram que levantasse a cabeceira da cama para poderem assistir melhor.
Então, após 50 minutos, caminhando, sem parar, enfim, cheguei - Eu quero a minha caminha quente, depois de um banho gostoso! Não vou assistir ao Jornal hoje. Já vi tudo ao vivo! Publicado por Milla Pereira em 20/06/2008 às 19h30
![]() 17/05/2007 18h33
Um dia de Cão!
Um dia de Cão! Noite inteira rolando na cama, nariz entupido, respiração ofegante, dificultada ainda mais pela dor de garganta. E a tosse!? Ah! Não sei o que é pior! Meu Deus! Ao levantar-me, de manhã, depois dessa noite de quase terror, vi-me incapacitada de permanecer Estranhei o mal estar completo em que me encontrava.Vontade de fazer absolutamente nada... Não queria me deitar, não agüentava ficar Nossa! Quantos “Ites”! Eu já previa, pois minha cabeça doía tanto que parecia prestes a estourar de dor. A febre me queimava por dentro, suores frios, mal estar geral, enfim! Passou-me uma Receita à base de Antibióticos, um Inalador nasal, anti-febril e um Anti-inflamatórios. E recomendou repouso. Muito repouso! E muitos “Antis” para os “Ites”. Então, amigos...por isso encontro-me reclusa hoje. Não dei meu habitual passeio pelo Recanto, não visitei meus queridos amigos e leitores, não fiz a costumeira leitura dos maravilhosos textos dos grandes Poetas e Escritores que aqui se encontram... nada! Agora, às 18:50 hs., início de noite, depois de um dia difícil, mas nada que não se possa reverter, estou aqui, relatando essas passagens, apenas para não deixar passar em branco um dia inteiro sem visitar meu adorado Recanto das Letras. Amanhã, certamente, encontrar-me-ei bem melhor, mas fortalecida e retomarei a rotina normal da vida. Sem dores, sem febre e com muita energia! É o que espero! É o que acontecerá! Querer é poder! Eu quero! Eu posso! Eu tenho!
Publicado por Milla Pereira em 17/05/2007 às 18h33
![]() 10/05/2007 08h49
Balanço de Vida
Balanço de vida. Publicado por Milla Pereira em 10/05/2007 às 08h49
|