

| Não importa quantas estrelas brilhem no céu... Importa-me aquela que me encantou! |
Eu já me questionei se sou poeta, ou pensadora. Já me vi na condição de trovador vagabundo, que abraça a solidão da noite, para fazer poesia. Se sou tão somente uma viajante solitária, buscando respostas – e nunca as encontro. Se sou sonhadora que se cansou de sonhar pois prefere desvendar seus pesadelos. E cheguei à conclusão de que nada sou... Apenas alguém com mãos trêmulas e pensamentos vadios, abortando sua pequenez que, em momentos de solidão, entrega-se aos versos - esse vício incurável dos sonhadores...
(Milla Pereira)
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